Terry Reid, ou mais conhecido como "O cara que recusou ser vocalista do Led Zeppelin e do Deep Purple"...
Mais conhecido como ‘o cantor que recusou a oferta de ser o vocalista do Zeppelin e do Purple’, TERRY REID voltou recentemente a ser motivo de debate na imprensa sensacionalista britânica. O tablóide Daily Mail, por exemplo, estampou no mesmo dia do concorrido show do Zeppelin a manchete: “The Singer Who Turned Down Led Zeppelin”. A equipe do jornal chegou a localizar e entrevistar Reid, que atualmente está com 58 anos de idade e mora com a família em Palm Desert, a duas horas de carro de Los Angeles, Califórnia.
No franco bate papo, Reid declarou: “Eu odeio todo esse papo de que eu recusei cantar no Zeppelin... Nós éramos amigos e quando Page fez o convite ainda não existia o Led Zeppelin. E tem mais, seu tivesse topado a parada, talvez o grupo não teria se tornado o que se tornou”, lamenta o vocalista, que emenda: “Na época do convite, eu tinha apenas 16 anos de idade e tocava com um grupo chamado Peter Jay and the Jaywalkers. Nós tínhamos acabado de assinar um contrato com o empresário dos Stones, pois iríamos cair na estrada como banda de abertura deles então foi natural recomendar à Page um grande amigo meu, Robert Plant, vocalista da Band Of Joy...”
Apesar de toda falação, Reid cunhou uma carreira solo impecável, com vários álbuns soberbos e obrigatórios. O astro cult chegou a recusar também uma oferta para ser vocalista do Deep Purple...
Só para não passar batido: boa parte da discografia solo de Terry Reid é impecável. Tente ouvir pelo menos quatro álbuns dele: “Bang Bang You're Terry Reid” (1968), “Terry Reid” (1969), “River” (1973) e “Seed Of Memory” (1976).
Livro mostra a trajetória dos criadores do hard rock que surgiram das cinzas dos Yardbirds e se tornaram um dos grupos de maior vendagem na história.
Jimmy Page é o pai do Led Zeppelin, uma das maiores e mais poderosas banda de rock de todos os tempos. O termo heavy metal foi usado por ele para definir o som pesado que a banda fazia. Logo se transformou num gênero musical que até hoje descabela e leva à loucura jovens de todo o mundo e de todas as idades.
Led Zeppelin – Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra, lançado pela editora Larousse do Brasil, é mais que uma biografia, é um documento primoroso de uma época, que já parece tão distante, em que jovens como Keith Richards, Mick Jagger, Paul McCartney, John Lennon, Keith Moon, Jimmi Hendrix, Eric Clapton e Jimmy Page reinavam como deuses.
Tudo começou com o término do Yardbirds, banda na qual Jimmy Page havia tocado (Eric Clapton e Jeff Beck também passaram por ela). O ano era 1968 e Page planejou formar o New Yardbirds. Um amigo, o baixista John Paul Jones se interessou pelo projeto. Chamaram para os vocais, Jerry Reid, que sugeriu outro vocalista, Robert Plant, que introduziu à banda o baterista John “Bonzo” Bonham, com quem já havia tocado antes. Foi no ano seguinte, 1969, que os criadores do heavy metal lançaram seu primeiro álbum, Led Zeppelin.
Curiosamente o insight para o nome da banda não partiu de nenhum integrante do Led, mas sim do baterista do The Who, Keith Moon. Durante a gravação do projeto “Beck’s Bolero” – versão inflamada de Jeff Beck para a guitarra do “Bolero de Ravel”, do qual partiparam John Paul Jones, Nicky Hopkins, Page e Moon, todos se viram numa nova e poderosa banda, aliás, há quem diga que aquela foi a primeira formação do Led Zeppelin. Empolgado com o fato de participar de um grupo meio Who e meio Yardbirds, Moon disse brincando que aquela formação cairia como um zepelim de chumbo. Page gostou do nome e guardou no bolso.
Led Zeppelin – Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra é o documento mais completo já lançado sobre a banda escrito pelo respeitado biógrafo e crítico musical Mick Wall. O livro está organizado em ordem cronológica, e explora os quatro membros da banda e o empresário Peter Grant's, um ex-lutador profissional que intimidava com seu tamanho aqueles que se saíssem mal em alguma negociação. Foi dele o mérito de conseguir um contrato para gravação com a Atlantic Records antes mesmo que os executivos da gravadora tivessem ouvido a banda tocar. Além disso, antes que o primeiro álbum estivesse prensado, o Led já estava excursionando pelos EUA.
Dois tipos de narrativa se alternam na biografia da banda. Uma, em itálico, conta a história da vida de cada integrante do Led; outra, em redondo, conta a biografia da banda, com informações de quem conhece rock e teve uma convivência íntima com a banda. No texto em redondo, o autor se permite ir e vir no tempo, a partir do presente, tornando ainda mais interessante a narrativa.
Já no primeiro capítulo Mick Wall explicita um resumo do que era a banda: “As drogas eram seu combustível, o sexo uma forma de autoexpressão, a música, simplesmente, o mapa do tesouro”. O autor revela também, pela primeira vez, a extensão do interesse de Jimmy Page, pelo oculto e vai até os bastidores para mostrar a verdade por trás da fama.
Led Zeppelin – Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra é o resultado de anos de pesquisa e se baseia não apenas em entrevistas individuais com todos os membros do grupo – além de outras feitas por pessoas que os conheciam e trabalhavam com eles – , mas também na visão que só pode ser adquirida por alguém que passou três décadas no meio musical ao lado das maiores estrelas do rock.
O autor
Mick Wall é um dos autores, radialistas e jornalistas de música mais conhecidos da Grã-Bretanha. Ex-editor-chefe da revista Classic Rock, seu trabalho apareceu também em Mojo, Music Wek, The Mail on Sunday e em inúmeros jornais e revistas de todo o mundo. Ele também apresenta seus próprios programas na Sky TV, na Radio 1 e na Capital Radio da Grã-Bretanha e é um rosto bastante conhecido por causa do muitos documentários de música da BBC TV.
Serviço Led Zeppelin – Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra Autor: Mick Wall Editora: Larousse do Brasil Pág: 550 Preço: R$ 99,00 Tradução: Elvira Serapicos
Não está totalmente confirmado, mas há grandes possibilidades da banda Led Zeppelin voltar, assim como anos anteriores, Jimi Page estava a favor de uma reunião da banda, porém tudo foi decidido a partir de que Robert Plant não quis participar, mas há novas especulações:
Jimmy Page afirma que o futuro do Led Zeppelin depende do ex-companheiro Robert Plant. Segundo ele, o grupo não pode continuar sem o vocalista.
As lendas do Rock chegaram a acender uma fagulha de esperança quando voltaram a se reunir para um show beneficente em dezembro de 2007 em Londres, mesmo com o vocalista negando qualquer oferta de voltar a fazer turnês com os antigos companheiros.
Robert Plant chegou a especular com relação a uma possível volta, pelo menos mais uma vez para o importante festival inglês de Glastonbury, depois de afirmar que estava em negociações com o organizador do festival Michael Eavis, mas depois ele negou intenções de voltar a tocar com a banda.
Jimmy Page planejava compor novas músicas para 2010, mas apesar de ser a favor da reunião do Led, não admite que a banda continue sem o envolvimento de Plant.
Nas palavras de Page: "É melhor perguntar para o Robert Plant qual é o futuro do Led. Musicos podem tocar juntos sempre, mas não com um nome como Led Zeppelin sem o vocalista original".
MR- "Já pensaram, ano que vem é pra ter Rock In Rio, e dai um Rock In Rio com AC/DC, Metallica, Guns, Iron Maiden, Led Zeppelin, Motorhead....que sonho ein..."
Uma lista de qualidade, tem Beatles, AC/DC, Kiss, Led Zeppelin, Pink Floyd, Eagles, Paul McCartney, Rolling Stones, David Bowie e Black Sabbath..vale a pena conferir.
- We´re Gonna Groove - I Can´t Quit You Baby - Dazed and Confused - White Summer - What Is and What Should Never Be - How Many More Times - Moby Dick - Whole Lotta Love - Communication Breakdown - C´mon Everybody - Something Else - Bring it on Home
Membros Led Zeppelin Live at Royal Albert Hall John Bonham - Bateria John Paul Jones - Baixo e teclado Jimmy Page - Guitarra Robert Plant - Vocal